Em meio à imposição de tarifas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o investimento chinês vem crescendo no território brasileiro. O colunista Gilvan Bueno confirma essa tendência, citando um relatório da Apex-Brasil que mostra que mais de 28% das exportações brasileiras em 2024 foram para a China. Esse aumento deve, em parte, ao fato de que outros países, como EUA e Canadá, se tornaram mais difíceis para os negócios com a China, levando-os a buscar novos parceiros. O Brasil emergiu como um parceiro de destaque, atraindo capital chinês significativo. A natureza desses investimentos também está mudando, com foco em commodities para setores como logística, infraestrutura e energia. Exemplos incluem o envolvimento chinês no metrô de São Paulo, linhas de transmissão de energia e vários projetos “greenfield”. A China também autorizou recentemente mais exportações brasileiras de produtos como café, gergelim e farinha de origem animal. Gilvan Bueno explica que essa situação representa uma oportunidade para o Brasil diversificar seus mercados de exportação e reduzir sua dependência de um único parceiro. Ele também destaca que terras raras, das quais o Brasil é o segundo maior detentor, são uma área chave de interesse para futuros investimentos chineses. A discussão conclui que a relação comercial está se fortalecendo, com a China vendo o Brasil como um parceiro crucial tanto para o comércio quanto para o investimento. Fonte:

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